Thiago Liska assume como Gerente Geral da Sysmex para a América Latina
Sysmex lança o Lumipulse® G pTau 217, primeiro exame de sangue aprovado pela Anvisa para apoiar a investigação do Alzheimer
SÃO PAULO - novembro de 2026 - Até pouco tempo atrás, investigar se uma perda de memória estava ligada à doença de Alzheimer normalmente exigia do paciente brasileiro uma punção na coluna para coleta de líquor ou exames de imagem de alto custo e acesso limitado. Mas essa história começa a mudar com um tubo de sangue.
Desde outubro, o exame já é realizado na rede privada brasileira, em pacientes com sintomas e sob prescrição médica, e está disponível para laboratórios e hospitais interessados em oferecê-lo.
A novidade se tornou possível com a aprovação recente, pela Anvisa, do registro do teste Lumipulse® G pTau 217, comercializado pela Sysmex em parceria com a Fujirebio, desenvolvedora da tecnologia. O biomarcador indica a probabilidade de alterações cerebrais típicas do Alzheimer e é utilizado como apoio à investigação da doença.
O teste roda nos sistemas automatizados Lumipulse® G1200 e Lumipulse® G600II, plataformas de imunoensaio de alta sensibilidade que fazem a dosagem do biomarcador a partir de uma amostra de sangue.
“A chegada do Lumipulse G pTau 217 ao Brasil inaugura uma nova etapa na investigação do Alzheimer, com biomarcadores sanguíneos que até então estavam restritos a centros de pesquisa. A Sysmex e a Fujirebio lideram esse movimento ao disponibilizar a tecnologia aos laboratórios e hospitais brasileiros, e este é apenas o primeiro passo de uma frente que vamos seguir ampliando”, afirma Felipe Marra, Diretor de Marketing da Sysmex na América Latina.
Além do uso clínico, a plataforma vem sendo utilizada em estudos conduzidos com instituições de pesquisa brasileiras para entender como o biomarcador se comporta na população do país.
O ponto importa porque o resultado do exame é sempre comparado a valores de referência definidos em estudos anteriores — a maioria deles feita com pacientes de outros países, o que leva pesquisadores a defender a inclusão de populações mais diversas.
Um país que envelhece e ainda enfrenta o subdiagnóstico
O interesse por uma investigação mais simples tem razão de ser. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 8,5% dos brasileiros com 60 anos ou mais vivem com demência — 2,7 milhões de pessoas, número que deve chegar a mais de 5 milhões até 2050. A doença de Alzheimer é a causa mais comum. O dado mais preocupante, porém, é outro: cerca de 80% dos casos no Brasil não chegam a ser diagnosticados.
É nessa etapa que um exame de sangue pode fazer diferença, ao ampliar as opções do médico diante de pacientes com sintomas, justamente onde hoje a maior parte dos casos se perde.
“O que fazemos aqui é encurtar a distância entre a ciência e o laboratório. Trouxemos o teste, estamos ao lado da pesquisa brasileira e queremos que o exame deixe de ser exceção em poucos centros para fazer parte da rotina dos laboratórios do país”, conclui Marra.
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Sobre a Sysmex
A combinação de métodos de teste inovadores da Sysmex com suas soluções em hematologia, hemostasia, urinálise, citometria de fluxo e informática está transformando o futuro da saúde e contribuindo para vidas mais saudáveis. Como afiliada da Sysmex Corporation, com sede em Kobe, no Japão – líder global reconhecida por otimizar a eficiência, as operações e o desempenho financeiro de laboratórios clínicos –, a Sysmex oferece produtos do setor de diagnóstico que fornecem a pacientes e profissionais de saúde informações confiáveis para decisões mais seguras. A revista Forbes nomeou a Sysmex como uma das empresas mais inovadoras na categoria de equipamentos e serviços de saúde, e o "Center for Companies That Care" incluiu a Sysmex nos EUA em sua lista de honra. Saiba mais sobre a Sysmex em www.sysmex.com.